


Os Nossos Pilares
Visão Estratégica
Democracia + Jovem, Democracia + Forte
Lançar um programa nacional que coloque a juventude no centro da reflexão sobre o futuro da democracia portuguesa, promovendo um debate sobre participação política, representação e sistemas eleitorais. Num contexto em que os jovens participam de forma diferente, mas permanecem sub-representados nas instituições, o CNJ deverá dinamizar um processo nacional de auscultação para trazer propostas concretas à agenda pública e reforçar uma democracia mais representativa, participada e próxima das novas gerações.
Auscultar, Construir, Representar
O CNJ deve afirmar-se como uma plataforma que ouve antes de representar, através de um ciclo contínuo e previsível de auscultação das organizações-membro e dos jovens em geral, de planeamento, de decisão informada e de representação, assente na participação democrática. Este método reforça a representatividade e a capacidade do CNJ de influenciar políticas públicas alinhadas com a realidade das novas gerações, constituindo a base de um CNJ forte e democrático.
Impacto e Implantação
Um CNJ que vá ao encontro de jovens de todo o país. Prioridade de efetivar os conselhos regionais da juventude, estatutariamente já previstos, e concebidos como plataformas de diálogo, concertação e representação que ligam o CNJ aos múltiplos contextos territoriais onde vivem, estudam, trabalham e participam os jovens.
Conversas Jovens: Juventude e OOMM's
Espaços informais de encontros de jovens e OOMM’s, em diversas regiões, que promovam o debate, a auscultação e a coesão. O CNJ ganha legitimidade através da pluralidade das suas organizações. Reforçar a relação com as organizações-membro, através de visibilidade, capacitação e cooperação, e abrir o CNJ aos jovens em geral garante uma estrutura viva e criativa.
Projeção Mediática
A capacidade de intervir no espaço mediático tornou-se central ao exercício da cidadania e à afirmação das causas públicas. É essencial aumentar a capacidade de intervir no espaço mediático e afirmar o CNJ como estrutura de referência quando o assunto é Juventude, Participação e Futuro Coletivo.
Orgão de Comunicação
Uma plataforma de comunicação pública da juventude, que dá às OOMM’s e à Juventude a possibilidade de ser autora do seu próprio relato. Uma plataforma editorial estruturada, com identidade própria e vocação pública, dedicada a produzir e difundir conteúdos que retratem a realidade dos jovens.
Financiamento
A solidez do CNJ exige um modelo de financiamento estável, autónomo e coerente com a sua missão. A lei prevê financiamento direto pelo Orçamento do Estado, nunca plenamente concretizado, cuja ausência compromete o planeamento, a autonomia e a intervenção política. A este pilar devem somar-se parcerias com as autarquias locais e o aproveitamento de programas europeus, garantindo um CNJ independente, com uma estrutura profissional estável e qualificada, capaz de planear, executar e influenciar políticas públicas de forma consistente.
Projetar e Transformar
Criação de Projetos com impacto direto na vida dos jovens e no território. Transformar participação em impacto mensurável. Desde a assunção, por parte do CNJ, de um papel ativo na construção de Planos Municipais de Juventude, até à criação de um programa europeu de certificação de municípios para a juventude, assente num modelo de avaliação estruturado em eixos mensuráveis.